sexta-feira, 13 de março de 2009

"Algo há das marcas que o tempo jamais levará.
O filho que não tive certamente já me perdoou e o milagre da vida invade minha solidão.
Fiz uma canção dolorida para dois amores: um, platônico, outro, real.
Da confusão de minha dubiedade, dei vazão à solidão no vácuo entre o que é generoso e o que é esgoísta.
Nada encontrei.
Tudo se desfez.
Eu volto a ter medo, mas seria nada honroso fingir para não senti-lo."

(fragmento de poema do livro "Tudo o que eu posso ver")

O LIVRO PODE SER ADQUIRIDO ATRAVÉS DO E-MAIL joaocony@gmail.com

5 comentários:

Helenira disse...

eu tenho, eu tenho, eu tenho!
delícia essas palavras!
bj querido! saudades de vc!

Magda Loguercio Carvalho disse...

João
Tudo que vc queria ver....e de certa forma viu. O livro é muito profundo e inspirado> PaRABÉNS.
Adorei o poema "vagando na coxia", nele vc mostra uma inquietação que bem conheço. Um abraço Magda

Regina Abrahão disse...

Bem bonito este poema... bem bonito mesmo. Valeu!!

esagrello disse...

maravilhosas palavras

adorei

Bete ( biodança )

Bissi disse...

João que lindo trecho...Muito lindo... ë muito bom poder ver tua alma, e como vc se rasga nas palavras... belíssimo.. bjus. Paty